domingo, 19 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
2017 - Condições especiais de realização de provas e exames
GUIA PARA APLICAÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DE PROVAS E EXAMES - 2017
"As condições especiais a aplicar na realização das referidas provas e exames devem responder às necessidades dos alunos, dependendo a sua aplicação de autorização prévia do diretor da escola ou do Presidente do JNE. A aplicação de qualquer uma das condições especiais depende de requerimento do professor titular de turma/diretor de turma, ao diretor da escola, com anuência expressa do encarregado de educação. O requerimento de aplicação de condições especiais é formalizado pelo diretor da escola, em plataforma eletrónica disponibilizada pelo JNE para o efeito, sendo a respetiva autorização da responsabilidade do diretor de escola, no ensino básico, e do Presidente do JNE, no ensino secundário."
Ler Guia aqui.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Fenprof: Reunião com SE da Inclusão de Pessoas com Deficiência
No
passado dia 5 a FENPROF reuniu, a seu pedido, com a Secretária de
Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Dra. Ana Sofia Antunes, e
com o Secretário de Estado da Educação, Dr. João Costa.
Para
além de outros temas de interesse geral para o reforço do caráter
inclusivo da Escola Pública e da Educação em Portugal, nesta reunião, há
muito solicitada, a FENPROF centrou-se em três que considera
essenciais:
- A criação de melhores condições de trabalho nas
escolas para os professores portadores de deficiência, entregando aos
governantes presentes, o CADERNO REIVINDICATIVO aprovado em encontro nacional que promoveu;
-
A criação de condições de estabilidade, através da criação de grupos de
recrutamento, para os docentes de Língua Gestual Portuguesa (hoje
contratados como técnicos especializados) e para os que exercem
atividade na Intervenção Precoce, uma área de elevada importância na
qual os docentes são "colocados" por convite. Esta é matéria muito
importante neste momento em que, em negociação, se encontra a aprovação
de alterações ao atual regime jurídico de concursos;
- A revisão
do Decreto-Lei n.º 3/2008, que estabelece o regime de Educação Especial e
que, na opinião da FENPROF, poderá não estar a ser revisto no sentido
de conferir às escolas condições que as tornem mais inclusivas nas
respostas que dá aos alunos e, em particular, aos que têm necessidades
educativas especiais (contributos da FENPROF, em anexo).
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Estatísticas sobre Deficiências ou Incapacidades 2016
1% da população portuguesa não consegue andar ou subir escada.
27659 portugueses não conseguem ver.
9% da população em Portugal tem muita dificuldade em ver.
26.860 pessoas não conseguem ouvir.
78.175 alunos com NEE frequentam o ensino regular.
Estes e outros dados aqui.
27659 portugueses não conseguem ver.
9% da população em Portugal tem muita dificuldade em ver.
26.860 pessoas não conseguem ouvir.
78.175 alunos com NEE frequentam o ensino regular.
Estes e outros dados aqui.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Educação Especial: limites e potencialidades da educação inclusiva
Artigo recentemente publicado na Revista Interritórios, de Miguel Correia, docente de Educação Especial, e Preciosa Fernandes, docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Ler tudo aqui.
Resumo
O presente artigo estrutura-se com base numa pesquisa que tem
como objetivo compreender percepções de professores da educação especial
e de professores do ensino regular sobre potencialidades e limites de a
Educação Especial (EE) se constituir em uma via para a inclusão de
alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). O estudo é de
caráter qualitativo e os dados foram recolhidos num agrupamento escolar,
situado no norte do Alentejo, em Portugal, no ano letivo de 2014/2015.
Para tal, foram realizados focus group àqueles dois grupos de
professores e realizadas notas de terreno em contexto de reunião de
docentes. Genericamente, os resultados revelam convergências e
divergências entre as percepções destes “atores de terreno”. As
convergências situam-se mais ao nível da concepção de educação
inclusiva; as divergências prendem-se, fundamentalmente, com
potencialidades que uns e outros consideram que a EE pode ter na
inclusão de alunos com NEE, revelando os professores do ensino regular
um posicionamento menos positivo do que os professores de educação
especial.
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